NADA
Tudo vem do nada
Os movimentos peristálticos de alegria liberam silhuetas
E dentro de uma lâmpada mágica jáz um lindo menino
Que chora sua perda
Garotinho educado, vaza alegria,
Em sua fralda molhada
Nada se encontra logo alí
Tudo pode se reajuntar
O nada é vazio como um sanduíche sem tempero
Na piscina que se forma pela parte desolada
Fermento cozinhando na panela do seu Zé
Caminho onde se encontram manchas lindas de morrer
Bailando e dançando o elefantinho rosa
Coitado do garoto que comeu uma marmota
Forrando o êstomago de roedores
E comendo sapinhos da lagoa
Coitada da marmota, comida pelo garoto
Antes de alguma coisa há uma coisa anterior
Mas no além as leis são irreais
O choro molha a fralda da criança
E a noite chega naquela vila
Como sonhar com patins de fogo
Na noite escura do clarão da estrada
alegria chega choro de lindo noite o sonhar tudo vem