No silencio da noite me ponho a pensar. Esta tua indiferença fere-me. Esta dor que me corrói o peito Sufocando-me e deixando em holocausto Nunca quis te magoa, palavras que pensei em te agradar. Errei! Perdão. Condena-me, expulsando do teu pensamento e de sua vida. Se pudesse voltar atrás apagaria tudo que disse e te fiz infeliz Despeço-me e tentando destroçarei todas as lembranças que Atrela-me a ti! e se por ventura em sonho minha alma te encontrar Abraça-me, e finge que esqueceu a dor que te fiz passar E enxuga as lágrimas desta alma desvairada Que em sonhos tentou novamente te buscar.